segunda-feira, 3 de dezembro de 2012


Entrevista – Old Drunk – Leonardo Guerra



- Bom dia Leonardo, nos conte um breve histórico da banda.

- A Old Drunk surgiu de uma iniciativa do Gasper e do Diego. A ideia inicial dos caras era fazer um power trio com uma garota tocando o baixo. Na falta dela, e com um convite da O Pogo para tocar no antigo cyber bar (foto abaixo), eles me chamaram para fazer o baixo naquela apresentação. Ensaiamos alguns covers de Nirvana, The Subways, The Vines etc e tocamos. Foi legal pra caralho tanto que um tempo depois fomos chamados para tocar mais uma vez com a O Pogo, desta vez no Tequilas bar. Nos empolgamos e decidimos continuar com a banda. Chamamos o Luiz para fazer o baixo e eu assumi a outra guitarra. Com esta formação pudemos ampliar o repertório com novos coveres e também começamos a compor nossas primeiras músicas, tematizadas nas coisas que faziamos muito bem naquele tempo: festas e bebedeiras. Foram músicas desambiciosas, com guitarras barulhentas e distorcidas. Daí pra frente tocamos muito por algumas cidades da região, dividindo o palco com diversas bandas.



- Que bandas influenciaram para começar a banda

- Tínhamos um gosto bem parecido e posso citar como nossas influências primárias as bandas de Seatle Nirvana e Mudhoney, bandas do rock alternativo como Sonic Youth e Pixies, bandas mais novas como The Vines, The Strokes e bandas nacionais como Walverdes e Rock Rocket.

- A Old Drunk rapidamente conquistou seu publico na região com musicas que até hoje as pessoas lembram, por que em determinado momento vocês resolveram mudar de nome (Radiodriver) e também o estilo da banda?

-A Radiodriver foi uma espécie de evolução a que chegamos. Tinhamos uma pretensão maior com ela (entenda-se como pretensão não o objetivo de fazer parte do top 10 da MTV, mas simplesmente a ideia de fazer músicas mais trabalhadas e com uma sonoridade diferente). Estavamos ouvindo muitas outras bandas que fizeram com que a nossa concepção musical se expandisse um pouco e, como a Old Drunk já tinha sua “marca” e seus “clássicos” decidimos que era melhor darmos o fim a ela e voltarmos com um outro nome. Daí surge a Radiodriver.



- Há quanto tempo não tocam com esse nome? Pretendem estender essa volta para mais alguns shows ou vai ser uma única apresentação?

-Faz tempo em, tanto que eu nem me lembro qual foi a última apresentação que tocamos com o nome Old Drunk. Bem, nossa intenção é fazer esse show no Flat 9 e nada mais. A Old Drunk foi algo que representou uma época de nossas vidas e talvez continuar tocando aquelas músicas já não faça mais sentido para nós como fazia antes.

- Quais foram os melhores shows de vocês?

- Shows bons foram muitos, tanto é que para mim fica impossível citar algum como o melhor, mas lembro da primeira apresentação no Cyber bar já com a formação em quarteto, o shows do casarão da vila também foram muito bons, o Gasper que o diga né hahuahua. Todos os
Flats em que participamos foram chapados também.Foram muitos, conhecemos muitas pessoas legais e nos divertimos muito.

- A Historia do Flat Rock e da Old Drunk se confundem no tempo, que historia pode contar em alguma edição do festival que você tenha ido

-Eu posso dizer que fui em todos os Flats, em alguns como público, em outros para tocar. Mas com certeza, aquelas edições que ocorreram no antigo bar do Chiquinho foram as melhores.



- Qual o futuro do rock em nossa região? Acha que chegaremos longe?

-Sempre surgem bandas e pessoas que amam o rock e estão a fim de tocar e é claro, tem aqueles, como nós, O Pogo, Torrencial, Klibra, que estão nisto há tempos e não param nunca. A cena está legal, não se compara a como era há uns anos atrás, mas tem um monte de bandas legais surgindo na região. Barueriri tem uma cena legal, Jandira, Caracas. Os pequenos shows undergrounds sempre rolam nestas cidades.

- O que espera do Flat Rock 9 ?

-Espero me divertir pra caralho, rever os amigos, tocar com bandas que sempre estiveram na cena junto com a gente, fazer um show legal e que a noite seja memorável.

- Mande uma mensagem para nossos leitores.-

Valeu Johnny e espero ver todos lá, vai ser uma noite espetacular!

Muito Obrigado.
Flat Rock

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Entrevista - Flat Rock IX - Vontrap


Estamos iniciando  uma série de entrevistas, com as bandas que compõem o line up da nona edição do Flat Rock Festival.

Na entrevista de hoje, conversamos com o vocal/guitarra da banda Vontrap Crys Gonçalves.

Enjoy!!!!

 Bom dia Crys, nos conte um breve histórico da banda e como chegaram até aqui.

- A Vontrap começou com o Samil e o Rogério quando eles resolveram participar de um festival, em 2008 se não me engano. Eles me convidaram pra assistir um ensaio e depois disso começamos a tocar junto. O Samil já tinha algumas composições e tinha tocado com outras bandas, e eu e o Rogério tocamos juntos na época de escola também. Começamos primeiro tocando em festivais, convidamos um velho amigo pra tocar baixo com a gente na época, o Vitor Bombonatti que toca bateria na No Fake, e chegamos até a ficar em 3º colocados no Festival Estudantil de Barueri ganhando uma premiação em dinheiro que nos rendeu a gravação do nosso primeiro EP, “Crônicas de um Mundo Moderno”.  Com o passar do tempo a gente foi começando a tocar em São Paulo em casas como o Cerveja Azul, Dinamite Pub, Sattva e uns butecos. Começamos a gravar o EP e por alguns motivos pessoais a banda se desfez no final de 2011. Em 2012, depois de algumas reformulações voltamos com tudo. Hoje a Vontrap é bem diferente. Nossas músicas são outras, a formação passou por algumas mudanças e estamos mais maduros. Nessa formação, temos o Samil Chalupe (vocalista/baixista/percussionista), Rogério Faustino (bateria/humorista), Diogo Almeida (guitarrista/dançarino), Crys Gonçalves (vocalista/guitarrista).





Que bandas influenciaram no inicio e que bandas influenciam hoje a banda

- Red Hot Chili Peppers, Ultraje a Rigor, Jimi Hendrix, Chico Buarque, Forfun, Paralamas, Raimundos. Hoje não sei se mudou muito, além de continuar ouvindo essas bandas, sofremos grande influência de bandas como o Vanguart, Vivendo do Ócio, Itamar Assumpção, MC Beyoncê.

Como você enxerga a cena local hoje em comparação com outras regiões que tem suas cenas próprias.

- Em Itapevi o movimento é muito fraco por falta de espaço. Tem muita banda boa, mas falta espaço para mostrar o trabalho. 

Vocês são a favor de tocar em shows onde a própria banda tem q conseguir vender os ingressos para que possa tocar?

- Nunca gostamos disso e sempre evitamos fazer isso. Eu sou contra, acredito que o resto da banda também seja. 



A banda tem algum CD Lançado, ou pretende lançar em breve?

- Gravamos em 2011 o nosso primeiro EP “Crônicas de um Mundo Moderno” (http://tramavirtual.uol.com.br/vontrap). Ele não chegou a ser finalizado porque a
banda tinha se desfeito no meio das gravaçães. Aquelas músicas não retratam a realidade musical da Vontrap hoje, tanto que não tocamos quase nenhuma daquela época em nossos shows, mas temos muito carinho por aquele EP, por ser o nosso primeiro e ter algumas músicas que marcaram nossa carreira. Pretendemos gravar coisas novas ano que vem, mas sem pressa.  

Quantas vezes já tocaram em itapevi e quais foram as impressões quando tocou por aqui.

- Ah, bastante. Já tocamos em alguns eventos aqui e em alguns bares também. É sempre legal tocar em casa, né? Mas as vezes a gente passa nervoso por falta de organização de alguns eventos. Mas sempre gostamos de tocar aqui. 

Já conhecia o trabalho do Flat Rock Festival?

- Sinceramente, não. Devo ter visto alguma coisa na internet, mas não sabia o que era. 

Qual o futuro do rock em  nossa região? Você é de uma nova safra que esperamos que La na frente carregue o bastão.... acha que chegaremos longe?

- Eu espero que a cena em Itapevi e na região oeste se fortaleça. Já tá na hora das pessoas se ligarem que tem muita banda boa por aqui e que as vezes você não precisa ir até São Paulo pra curtir um bom show. Quero poder ajudar nessa mudança com a Vontrap e tenho certeza que se as bandas se unirem, vamos chegar muito longe. 



O que espera do Flat Rock 9 ?

- Eu espero que a gente faça um ótimo show e divertir a galera com as nossas músicas. Tenho certeza que as outras bandas vão quebrar tudo também e fazer o Flat Rock 9 ser inesquecível.

Mande uma mensagem para nossos leitores......

- Primeiramente, muito obrigado pela oportunidade de falar um pouco sobre nosso trabalho. Espero que vocês compareçam ao Flat Rock 9 e curtam nosso som. Tamo junto e é tóis! 

Muito Obrigado.
Flat Rock Blog




segunda-feira, 26 de novembro de 2012

FLAT ROCK FESTIVAL 9

A nona e ultima edição do Flat Rock Festival.

No line up a volta de bandas que a alguns anos estavam paradas mas que o publico não se esquecia.

K-Libra o Figado, voltando após mais de 2 anos fora de atividade.
O Pogo -  A banda não se apresenta a mais de um ano e meio, mas nesse show vai se apresentar com a formação original, fato que não acontecia desde 2008.
Old Drunk - Outra banda que não toca a bons anos.... após mudar o nome para Radiodriver a banda deu um tempo e não foi mais vista nos palcos.... a volta celebra esse momento.

Além dessas bandas teremos o Torrencial.... banda que melhor representa a cidade fora de limites de municipio, tocando em diversas casas e festivais por São Paulo a fora.

E também tem espaço para o novo.... a Vontrap da as caras para a novidade e mostra que a chama continua acesa na cidade das pedras chatas.

Então não perca, dia 8 de dezembro no EXPRESSO ROCK BAR o FLAT ROCK FESTIVAL 9.... à partir das 19h00..... não cheguem tarde, as bandas começam a tocar bem próximo desse horario.

Até lá!!!!!!


Flat Rock Sessions

Primeira edição do Flat Rock Sessions, onde  novos DJs se apresentam em eventos abertos ao publico com diferentes estilos musicais. Em Cohabar - Itapevi/SP

Flat Rock 8

A volta após mais de um ano do festival com mais edições em toda região oeste de SP



terça-feira, 31 de julho de 2012

Duvidas ou dividas?



Voltar ou não voltar.... eis a questão????

As aves de rapina dizem que não.... mas preciso voltar a semear a duvida.....

.... vamos pensar... vamos pensar!!!!!
.

.
.
.